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Alergia: o que é, tipos, sintomas, causas e tratamentos


Por conta da imunidade que está se formando ainda, alergia dermatológica costuma ser comum em bebês e precisa de atenção - Foto: Shutterstock

O que é Alergia?

Alergia é uma resposta exagerada do sistema imunológico após a exposição a uma série de agentes, em indivíduos predispostos geneticamente. É também chamada de reação de hipersensibilidade.

Agentes que costumam causar alergias são:

-Ácaros;Fungos;Insetos,Pelos de animais;Pólen;Alimentos;Medicamentos

A herança genética é a base para se ter alergia. Entretanto, ela só será desencadeada com a exposição a fatores ambientais.

Pode atingir indivíduos em qualquer faixa etária, sendo atualmente considerada um problema de saúde pública por acometer cerca de 10% a 20% da população mundial, comprometendo de forma significativa a qualidade de vida de adultos e crianças.

A gravidade das alergias varia de pessoa para pessoa e pode causar desde uma irritação menor a anafilaxia – uma emergência potencialmente fatal.

Embora a maioria das alergias não possa ser curada, os tratamentos podem ajudar a aliviar os sintomas da alergia.

Tipos

Existem algumas doenças alérgicas como:

Alergias respiratórias

As alergias respiratórias são doenças inflamatórias crônicas que acometem as vias respiratórias, sendo a asma e a rinite alérgica as doenças mais comuns.

Asma: A asma se manifesta clinicamente por crises de falta de ar ou cansaço, chiado no peito e sensação de aperto no peito, geralmente acompanhada de tosse. Cerca de 80% dos pacientes que tem asma, apresentam também rinite.

Os principais fatores desencadeantes das crises de asma são: a exposição aos alérgenos inalantes como ácaros da poeira de casa, fungos (mofo), pelos de animais, baratas, pólens e fatores irritantes como:

  • Odores fortes
  • Mudanças de temperatura
  • Fumaças e poluição
  • Infecções causadas por vírus e bactérias
  • Alguns tipos de medicamentos
  • Fatores emocionais
  • Exercício físico
  • Refluxo gastroesofágico
  • Fatores relacionados ao trabalho

Rinite alérgica: A rinite alérgica manifesta-se por crises de espirros repetidos, coriza liquida e abundante, coceira (em nariz, olhos, garganta e ouvidos), congestão nasal, alteração do olfato e do paladar, olhos avermelhados e irritados.

Nos casos de gotejamento de secreção pós-nasal e sinusite associada, pode ocorrer tosse, em geral, seca e com piora noturna acentuada.

A repetição das crises de rinite pode desencadear complicações como infecções (sinusite, amigdalites, faringites e otites repetidas), levando à necessidade de uso repetido de antibióticos.

O diagnóstico da rinite alérgica e asma se baseia em uma análise do histórico dos antecedentes pessoais e familiares, dos sintomas, aliados aos achados do exame físico. Os testes alérgicos realizados na pele ou no sangue definem o diagnóstico etiológico.

O tratamento se baseia em:

  • Avaliação e controle de fatores que podem causar ou agravar a doença
  • Controle dos ácaros da poeira no ambiente da casa, em especial no dormitório do alérgico
  • Uso de medicamentos, utilizados no alívio das crises, controle da doença e prevenção de novas crises
  • Imunoterapia (vacina para alergia), que é o único tratamento capaz de modificar a história natural da doença

Alergia a ácaros: Os ácaros são os principais responsáveis (dentre este grupo) pelo sintoma de alergia respiratória.

São seres não visíveis a olho nu e suas fezes representam o maior grau de alergenicidade do ácaro. Alimentam-se de pele descamada, de fungos e de outras substâncias ricas em proteína.

Desenvolvem-se em locais com muito pó, com temperatura entre 18 a 26 graus, pouca luminosidade e umidade maior que 50%. São encontrados em colchões, travesseiros, tapetes, carpetes, brinquedos de pelúcia, etc.

Alergia a fungos: Os fungos são encontrados em suspensão no ar e em ambientes fechados como sótãos, porões, armários, malas, podendo aparecer também em banheiros, cozinhas, nos rejuntes de azulejos, em umidificadores e em locais quentes e mal ventilados.

São seres que gostam muito de umidade e por isso abundantes em regiões próximas ao mar.

Locais com umidade elevada e poeira podem ser uma ótima oportunidade para instalação de fungos, por isso podem estar presentes também em ar condicionado sem manutenção, colchões e travesseiros.

Alergia a animais: A alergia a animais prevalece em cachorros e gatos, porém, ao contrário do que pensam, os pelos não são considerados os mais alergênicos: as proteínas da saliva e urina ligadas ao pelo são os alérgenos mais importantes, assim como o epitélio descamado, que são as caspas.

Os antígenos podem ser carregados nas roupas para as escolas, escritórios, automóveis, locais onde o animal nunca apareceu.

Alergia a pólen: Os pólens são grãos microscópicos destinados à fecundação das plantas. Determinadas espécies são levadas pelo ar numa época determinada chamada de período de polinização.

Os grãos de pólens das plantas produzem alergia respiratória por inalação. A doença polínica é mais frequente nas regiões da Europa, Argentina e Estados Unidos.

No Brasil pode ser encontrada essa alergia principalmente nos estados da região Sul.

Alergias dermatológicas

As alergias dermatológicas são doenças alérgicas de pele, que também atingem indivíduos que tenham tendência hereditária (genética). As principais manifestações são: dermatite atópica, dermatite de contato, urticária, angioedema e estrófulo (alergia a picadas de mosquitos e pulgas).

Dermatite atópica: As manifestações estão relacionadas com uma predisposição genética (hereditária) para maior produção de anticorpos IgE, determinado uma hiper-reatividade da pele, em que os pacientes reagem exageradamente aos estímulos ambientais (alérgenos e irritantes).

Manifesta-se como eczema, que são lesões inflamatórias crônicas e/ou recorrentes da pele, acompanhadas de coceira intensa e pele seca.

As localizações das lesões variam com a idade e podem se manifestar de forma leve até casos graves, onde as lesões são intensas e disseminadas.

Dermatite de contato: As reações a substâncias em contato com a pele podem ocorrer pela ação direta sobre a pele (dermatite de contato irritativa, por exemplo, a detergentes e água sanitária) e por mecanismos alérgicos, por exemplo, bijuterias e esmaltes.

Caracteriza-se pelo aparecimento da lesão na área da pele que entrou em contato com o alérgeno, e a base do tratamento consiste na descoberta da causa e seu afastamento.

Urticária: É multifatorial, podendo ser desencadeada por alimentos, medicamentos, picadas de insetos himenópteros (abelha, vespa e formiga), infecções, doenças auto- imunes, doenças hematológicas, distúrbios hormonais… E uma parcela pode ser idiopática, onde a causa não é detectada ou não identificável.

As lesões são em forma de placas avermelhadas, com coceira intensa, de localização variável e duração fugaz. As urticárias podem ser agudas ou crônicas (as que tem mais de 6 semanas de evolução).

O tratamento consiste em identificar a causa que originou o problema, com base na história clínica e em exames complementares.

O tratamento com anti-histamínicos serve para alívio dos sintomas e geralmente tende a ser de uso prolongado, e por mais que não se tenha a cura, é possível obter melhor qualidade de vida.

Denomina-se Angioedema quando atinge as camadas mais profundas da pele, atingindo lábios, pálpebras, mãos, pés, genital e face.

Estrófulo: Refere-se as alergias causadas por picadas de insetos, como pernilongo, borrachudos, mosquitos e pulgas.

Alergia ao látex: A alergia a látex é definida como uma reação imunológica contra as partículas do látex da borracha natural após sensibilização prévia. É preciso, portanto, haver um contato anterior para que ocorra a reação.

Alergias alimentares

A maioria dos casos de reações adversas aos alimentos são de origem não-alérgica, como é o caso das reações tóxicas (diarreia após ingestão de alimentos com toxinas bacterianas) e as intolerâncias alimentares (por dificuldade de digestão do alimento, como nos casos de intolerância à lactose).

Em se tratando de alergia alimentar, é necessário o envolvimento do sistema imunológico que responde de forma exagerada e anormal contra constituintes dos alimentos independentemente da quantidade ingerida, e constituem ainda um grande desafio quanto ao diagnóstico e tratamento.

As principais manifestações de alergia alimentar são: dermatológicas (urticária, angioedema, dermatite atópica), gastrointestinais (vômitos e diarreia) e anafilaxia.

Vários alimentos podem causar reações alérgica:

  • Leite de vaca
  • Ovo
  • Amendoim
  • Soja
  • Peixes e frutos do mar, sendo que o camarão é a principal causa de alergia alimentar em adultos no nosso país
  • Nozes

Saiba quais são os sintomas, diagnóstico e tratamento para alergia alimentar!

Alergia medicamentosa

A alergia medicamentosa é uma reação adversa, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), com qualquer efeito nocivo, não-intencional e indesejado de uma droga, observado nas doses terapêuticas habituais em seres humanos para fins terapêuticos, profiláticos ou diagnósticos.

As reações adversas a medicamentos classificam-se em previsíveis e imprevisíveis.

A alergia medicamentosa ocorre quando há envolvimento do sistema imunológico, que interpreta o medicamento como uma substância que causará algum dano ao corpo e o ataca.

Na primeira vez que isso ocorre, um anticorpo específico é acionado. A partir da segunda exposição haverá uma manifestação clínica.

Alergia ocular (conjuntivite alérgica)

A conjuntivite alérgica é causada por reação de hipersensibilidade tipo I e relaciona-se intimamente com exposição direta ao alérgeno. É a forma mais comum de alergia ocular.

Causas

As alergias, em geral, têm vários fatores causais, dependendo de cada tipo.

Por exemplo, uma pessoa com rinite pode ter alergia a ácaros (que ficam no pó de casa).

Uma criança pode ser alérgica a leite, podendo apresentar diarreia, lesões de pele, inchaço nos lábios ou sintomas respiratórios.

Fatores de risco

Uma pessoa pode desenvolver uma alergia em qualquer idade, mas você pode estar mais propenso a desenvolver uma alergia se:

  • Tiver um histórico familiar de asma ou alergias, como, urticária e rinite
  • Tiver asma ou outra condição alérgica

Sintomas de Alergia

Sintomas de alergia, que dependem da substância envolvida, podem afetar suas vias aéreas, passagens e seios nasais, pele e sistema digestivo. As reações alérgicas podem variar de leves a graves.

Em alguns casos graves, as alergias podem desencadear uma reação fatal conhecida como anafilaxia.

A rinite alérgica pode causar:

  • Espirros
  • Comichão no nariz, olhos ou no céu da boca
  • Coriza (nariz escorrendo, entupido)
  • Olhos lacrimejantes, vermelhos ou inchados (conjuntivite)

Uma alergia alimentar pode causar:

  • Formigamento na boca
  • Inchaço dos lábios, língua, face ou garganta
  • Urticária
  • Anafilaxia

Uma alergia a picadas de insetos pode causar:

  • Grande área de inchaço (edema) no local da picada
  • Coceira ou urticária em todo o corpo
  • Tosse, aperto no peito, chiado ou falta de ar
  • Anafilaxia

Uma alergia a medicamentos pode causar:

  • Urticária
  • Comichão na pele
  • Erupção cutânea
  • Edema facial
  • Chiado
  • Anafilaxia

alergia dermatológica pode apresentar os seguintes sintomas:

  • Vermelhidão
  • Inchaço (edema)
  • Coceira ou urticária em todo o corpo
  • Descamação
  • Irritação
  • Manchas ou de borbulhas (bolhas avermelhadas ou brancas)
  • Anafilaxia

Buscando ajuda médica

Qualquer pessoa com sintomas de alergia deve procurar o especialista, mas se os sintomas forem graves (falta de ar, inchaço nos lábios ou olhos) a procura pelo serviço de emergência é indicada.

Diagnóstico e Exames

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar as alergias são:

  • Clínico geral
  • Pediatra
  • Alergista
  • Imunologista.

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram.
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade.
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Você esteve resfriado ou teve alguma infecção respiratória recentemente?
  • Seus sintomas tendem a piorar em algum horário?
  • Existe alguma coisa que parece melhorar ou piorar seus sintomas?
  • Você tem animais? Se sim, eles dormem com você?
  • Você fuma?

Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para alergia, algumas perguntas básicas incluem:

  • Quais as prováveis causas para meus sintomas?
  • Existem outras prováveis causas?
  • Preciso fazer testes de alergia?
  • Eu preciso procurar um alergista?
  • Qual tratamento você recomenda?
  • Eu tenho outras condições de saúde, como posso conciliar elas?

Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta.

Diagnóstico de Alergia

O diagnóstico das alergias e doenças alérgicas é realizado principalmente por meio do histórico clínico e do exame físico do paciente. Quando necessário, exames são utilizados para complementação e/ou confirmação do diagnóstico clínico.

Exames

Os principais exames utilizados em alergia são:

  • Testes cutâneos de leitura imediata e de contato
  • Exames laboratoriais, como a dosagem de IgE total e IgE específica no sangue
  • Diagnóstico por imagem, como radiografia e tomografia
  • Testes de provocação
  • Dietas de eliminação

Tratamento e Cuidados

Tratamento de Alergia

A alergia e as doenças alérgicas são tratadas com a associação do tratamento clinico às medidas de controle ambiental, para o sucesso e controle do quadro.

Em caso de falha no tratamento clínico, pode-se utilizar a imunoterapia alergeno-específica, que é o único tratamento que interfere no mecanismo básico da doença alérgica.

Medicamentos

Os medicamentos mais usados para o tratamento de alergias são:

  • Anti-histamínicos orais, também chamados de anti-alérgicos: primeira geração (ou sedantes) e segunda geração (ou não sedantes)
  • Anti histamínicos orais associados a descongestionantes sistêmicos
  • Anti histamínicos tópico nasal
  • Corticoides sistêmicos
  • Corticoides intra nasais
  • Corticoides pulmonares (associados ou não aos bronco dilatadores de longa duração)
  • Corticoides tópicos para uso cutâneo
  • Vasoconstritores tópicos nasais

Imunoterapia

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso das vacinas com alérgenos está indicado em pacientes que apresentam reações graves (anafiláticas) a insetos (abelhas, vespas, marimbondos e formigas) e nos indivíduos sensíveis a alérgenos ambientais que apresentem manifestações clínicas, como rinite, asma, conjuntivite.

Medicamentos para Alergia

Os medicamentos mais usados para o tratamento de alergias são:

  • Afrin
  • Androcortil
  • Allegra
  • Budecort Aqua
  • Dexametasona
  • Dexclorfeniramina
  • Fenergan Expectorante
  • Loratadina
  • Prednisona
  • Polaramine
  • Claritin
  • Claritin D
  • Coristina D
  • CremeFenergan
  • Decongex
  • Decongex Plus
  • Dexason
  • Drenison
  • Fenergan
  • Fenergan Expectorante
  • Hixizine
  • Loratamed
  • Maleato de Dexclorfeniramina (gotas)
  • Maleato de Dexclorfeniramina (xarope)
  • Maleato de Dexclorfeniramina + Sulfato de Pseudoefedrina + Guaifenesina
  • Meticorten
  • Oto Betnovate

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique.

Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Convivendo (prognóstico)

Alergia tem cura?

De maneira geral, falamos em controle da alergia porque a pessoa precisa evitar os fatores desencadeantes por toda a vida, mas o tratamento é bastante efetivo.

Complicações possíveis

  • Alimentos
  • Medicamentos
  • Látex
  • Veneno de insetos

Anafilaxia ou choque anafilático

A anafilaxia (popularmente conhecida como “choque anafilático”) é uma reação alérgica grave, generalizada, podendo acometer diversos órgãos e sistemas.

O diagnóstico é clínico e acompanha-se de placas vermelhas na pele, falta de ar, chiado no peito, cólicas abdominais, aceleração cardíaca, alteração da pressão arterial, podendo evoluir para choque e óbito.

A anafilaxia pode ser evitada em muitos casos por meio da correta investigação de reações alérgicas anteriores e pela adoção de cuidados preventivos.

O uso da adrenalina pode salvar vidas quando aplicada precocemente evitando as reações mais graves.

É uma emergência médica que requer cuidado imediato e um acompanhamento posterior com o alergista.

Convivendo/ Prognóstico

Dicas para uma casa saudável

  • Ventilação: manter janelas abertas durante o dia. Não tenha receio: vento não faz mal
  • Móveis: o mobiliário deve ser simples, com bordas lisas e de fácil limpeza
  • A limpeza: deve ser feita diariamente, com água, sabão e produtos de limpeza adequados. Evitar produtos com odor ativo, como os derivados de amoníaco. Evitar, também, usar vassouras e espanadores, bem como aspiradores que não tenham filtros para reter partículas bem pequenas
  • Colchões e travesseiros: trocar travesseiros uma vez por ano e preferir modelos com espuma inteiriça. Evitar penas ou flocos. Encapar colchões e travesseiros com capas especiais contra ácaros e trocar as roupas de cama semanalmente
  • Animais: evitar no quarto de dormir
  • Cuidados no armazenamento de roupas: lavar roupas guardadas antes do uso
  • Controle de fatores irritantes: fumaça de cigarro, odores e umidade.

Assumir as medidas de controle ambiente, uma parte importante do tratamento, é essencial para melhora do quadro, visto que as alergias sempre retornarão quando houver exposição ao alérgeno.

Dicas para prevenir e combater alergias em casa

  • Ventilação: manter janelas abertas durante o dia. Não tenha receio, vento não faz mal.
  • Móveis: o mobiliário deve ser simples, com bordas lisas e de fácil limpeza.
  • Limpeza: deve ser diária, com pano úmido com água, sabão e produtos de limpeza adequados. Evitar produtos com odor ativo, como os derivados de amoníaco. Evitar, também, usar vassouras e espanadores, bem como aspiradores que não tenham filtros para reter partículas bem pequenas. Não esquecer da limpeza de ventiladores e dos filtros do ar-condicionado. Consertar focos de infiltração e umidade.
  • Colchões e travesseiros: trocar travesseiros uma vez por ano e preferir modelos com espuma inteiriça. Evitar penas ou flocos. Encapar colchões e travesseiros com capas especiais contra ácaros e trocar as roupas de cama semanalmente.
  • Animais: evitar no quarto de dormir.
  • Cuidados no armazenamento de roupas: lavar roupas guardadas antes do uso
  • Controle de fatores irritantes: fumaça de cigarro, odores, perfumes fortes e umidade.

Prevenção

Em termos de prevenção, a orientação de aleitamento materno por pelo menos 4 meses teria um efeito benéfico na diminuição do aparecimento de alergias.

Existe muita discussão a respeito dos probióticos e prebióticos, mas não há uma definição ainda sobre os seus efeitos.

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